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Em toda a história da humanidade, sempre foi um desafio para o homem ter as
reações certas diante das situações do cotidiano. Ao sofrer com a atitude do
outro, o indivíduo tende a reagir da maneira mais cabível ao seu próprio
julgamento, cometendo, desta forma, um ato de vingança.
A diferença entre os conceitos de justiça e vingança está no parâmetro de referência: a justiça é fundamentada em um código de leis, como a constituição; já a vingança baseia – se nos valores éticos e morais adquiridos pelo indivíduo ao longo de sua formação psicointelectual. Portanto, a justiça ocorre quando a sociedade reage contra o mal, aplicando aos episódios as cláusulas mais adequadas. Em contrapartida, a vingança é a justiça executada com as próprias mãos, o que deve ser evitado. Para que a busca da justiça não mais seja confundida com a prática da vingança, a melhor solução seria uma ampla campanha governamental no intuito de informar a população da diferença entre os dois referidos conceitos através de: palestras educativas, a fim de ensinar as pessoas um pouco mais sobre as desvantagens da vingança e os direitos assegurados pela constituição; distribuição de cartilhas, de forma a orientar o indivíduo a como reagir diante de situações que, porventura, o mesmo sinta – se lesionado ou injustiçado. Desta forma, o desafio é vencido, e a justiça não mais será confundida com a vingança. |
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
VINGANÇA: A JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Conceitos de Justiça.
A questão sobre a origem e os fundamentos da justiça perpassa por toda a história do pensamento ocidental. De acordo com Nicola Abbagnano, na história da filosofia política, dois modelos dicotômicos monopolizaram boa parte dos debates. O modelo platônico que toma a justiça como um meio para a realização de um fim – o bem moral, cuja validade transcende as convenções humanas – e o modelo aristotélico,no qual a justiça pode ser considerada como o respeito igual e espontâneo entre os homens às leis (ABBAGNANO, 2000, pp. 593 a 596). Neste caso, justiça é a ação do justo, que é convencionada como justa.
Fonte: UFG Academia
Fonte: UFG Academia
Veredas da Justiça.
O que é a Justiça? Essa pergunta parece ser simples, mas causa um certo desconforto na hora de respondermos a ela, segundo o Jean-Jacques Rousseau no âmbito legal da palavra ele deixou claro que as lei sábias e justas só poderiam ser redigidas por verdadeiros deuses. No entanto, ele se afasta um pouco das idéias divinas, quando entende que se a vontade de Deus só nos chega por homens escolhidos, a verdade se apresenta deturpada. Assim, é melhor que os homens procurem conhecer a justiça pelos seus próprios sentimentos, pela razão. Mas algo que é realmente difícil é tomar uma decisão justa e imparcial, pois nossos sentimentos tendem a nos levar por caminhos diferentes daqueles que chamamos de Justiça.
Podemos observar muito bem isso em casos visto todos os dias em todas as cidades, o tratamento que recebem aqueles que cometem algum delito, que acabam perdendo sua humanidade aos olhos daqueles que os julgam, e que acabam por trata-los como animais e julgando-os sem levar em consideração os motivos que os fizeram chegar ao ponto de cometer tal delito, a punição deve sim ocorrer, sem sombra de dúvidas, mas também deve ser observado todo o contexto para que não se Transforme em ato de vingança contra aqueles que são tão vítimas quanto nós de uma sociedade que corrompe.
Fonte: UJ
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